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Após um ano fazendo aulas de Aikido, eu acho que mudei
bastante, tanto fisicamente como psicologicamente, primeiro
que eu fiquei mais sociável, aprendi a conversar e ouvir
melhor as outras pessoas, isso também fora do Dojo.
Fazendo Aikido, eu descobri com a Ajuda do Sensei uma
energia que nem em 1000 anos eu descobriria se não fossem os
treinos no Dojo, e foi muito bom, pois é super legal saber
que eu posso me defender sozinha na parte física, as aulas
me ajudaram a emagrecer um pouco, a ser mais relaxada e mais
alongada, melhorei bastante minha postura, minha disposição
para fazer as coisas e também o controle emocional, aprendi
a fazer as coisas mais seriamente e mais concentradamente,
mesmo eu ainda sendo faixa branca aprendi a controlar um
pouco minha energia e sei que se me dedicar mais posso ser
uma excelente Aikidoistas.
No começo confesso que entrei no Aikido mais porque meus
pais iriam iniciar o treino de Aikido, mas nesse pouco tempo
treinando e participando de alguns eventos, percebi que não
da mais abandonar, agora já está no sangue.
Vanessa B. Purificação
Aluna do Tada Ima Dojo desde outubro de 2006 - 12 anos.
Após um ano treinando Aikido, eu mudei fisicamente um pouco,
fiquei um pouco mais forte, o que foi bom para atividades
diferentes do aikido, como o vôlei e a dança atividades que
pratico também, entre outras coisas.
Comecei a ter um pouco mais de controle nas coisas que eu
faço, melhorei minha concentração, uma coisa que me ajudou
em tudo, principalmente na escola, o que foi bom para as
minhas notas.
Estou melhorando também minha ansiedade sobra as coisas que
estão por vir.
Com o Aikido aprendi a escutar mais e falar menos, o que foi
bom para a minha vida social fora do dojo. Comecei a fazer
as coisas com mais cuidado e tranqüilidade para que não saia
errado.
É claro que tem ainda muitas coisas que eu tenho que
melhorar em mim, como a minha timidez, que de vez em quando
fala mais alto, mas isto estou trabalhando todos os dias.
Vivian B. Purificação
Aluna do Tada Ima Dojo desde outubro de 2006 - 13 anos. |
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Quando iniciei
no aikido eu treinava mais de três vezes por semana
religiosamente, lia tudo sobre aikido, pensava, vivia aikido e
isso se deu por aproximadamente dois anos. Nessa época eu tinha
um bom condicionamento físico, treinava forte, marcial como uma
boa aluna do Tada Ima Dojo, me sentia bem de saúde, tinha poucas
crises de bronquite, o meu corpo estava flexível e respondia bem
ao que a minha cabeça mandava, era uma boa uke para a minha
graduação (faixa roxa), fazia as quedas sem medo e com
segurança. Aprendi a me concentrar, a ter paciência e a esperar
a hora certa de agir, eu era mais segura, confiante, paciente,
eu até falava menos, com mais clareza, sem atropelar tanto as
palavras, eu tinha disposição, alegria, entusiasmo, eu estava
muito feliz por ter, enfim, encontrado o meu caminho, que me
proporcionava a união de evolução física, mental e espiritual e
que era o que eu queria para a minha vida, para sempre.
Após meu casamento, com o tempo, o Aikido que era tão importante
para mim, foi sendo deixado de lado, eu desviei do meu caminho,
tudo era colocado a frente dos treinos, os afazeres domésticos,
o meu emprego, o meu cansaço, um passeio ao shopping ou
simplesmente o ócio. Comecei a regredir, vivia passando mal de
saúde, precisava tomar o remédio para bronquite diariamente,
estava e ainda estou literalmente travada, tenho dores nas
costas, tenho medo de fazer as quedas, meu condicionamento
físico está péssimo e não consigo treinar forte como eu
treinava. Me tornei chata, preguiçosa, não tinha ânimo para
nada, fiquei insegura, impaciente, voltei a falar demais e muito
rápido, fiquei nervosa, deprimida, e ao invés de voltar para o
meu caminho, de ouvir o meu Sensei, que me incentivou de todas
as formas possíveis a voltar a treinar, eu ficava procurando
algo que me completasse e me desse prazer, sem notar que eu
tinha abandonado, apesar de não assumir, o que era a minha vida,
a minha evolução.
Agora, graças ao meu Sensei, que com palavras duras sim e sem
rodeios e delicadezas, me abriu os olhos e me mostrou como
voltar ao meu caminho. Hoje faz três semanas que voltei a
treinar aikido religiosamente três vezes por semana, pelo menos,
e já sinto todos aqueles benefícios e o melhor de tudo, consegui
pela primeira vez entrar no tatame com a cabeça vazia, mais
disposta do que nunca a enfrentar meus medos e limitações, mas é
uma pena ter perdido tanto tempo, eu sinto, que de certa forma,
minha vida estacionou quando parei de treinar e agora estou
vivendo de novo.
Kassandra M.
Faustino de Paula - 10/12/2007 |
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A
pratica do Aikido tem sido muito importante na parte física pois
fortaleceu a musculatura em geral e aumentou a minha
flexibilidade e a minha capacidade aeróbica. Melhorou minha
postura corporal e ampliou a minha consciência corporal.
A medida que evoluímos nos exercícios noto que tenho ampliado
minha percepção do ambiente em que estou inserida, seja no
trabalho ou outro ambiente qualquer. O fato de não haver
competição no Aikido, como há em outras artes marciais
possibilita o direcionamento para o crescimento na evolução dos
exercícios de ataque e defesa e um aprimoramento individual
desses exercícios.
Na vida social a prática do Aikido trouxe-me maior concentração
nas minhas atividades profissionais, me deixando mais focada nas
metas a serem alcançadas e conseqüentemente melhorando o meu
desempenho profissional.
Sou Oficial da Policia Militar, no posto de Capitão e há um ano
estou atuando na área de tecnologia da Informação e da
comunicação, convivendo diariamente em um ambiente de alta
criticidade e disponibilidade e portanto muito estressante e o
Aikido ajudou-me a controlar mais minha ansiedade aumentou a
minha auto-confiança e a entender melhor as situações do
dia-a-dia me fazendo direcionar melhor algumas situações
evitando conflitos desnecessários o que trouxe resultados
positivos nos relacionamentos inter-pessoais, principalmente na
área profissional, o que é muito gratificante.
Márcia Batista Purificação
Aluna do Tada Ima Dojo desde outubro de 2006 |
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Entendo que as
mudanças após o primeiro ano de prática de Aikido estão
basicamente ligadas ao meu comportamento e a minha condição
física. Por ser uma atividade diferente da habitual, surgiram,
especialmente nos primeiros meses, algumas dores em partes do
corpo que eu desconhecia até então.
Com o passar dos meses fui me adaptando às novas exigências
físicas, e hoje posso dizer que o Aikido não traz nenhum tipo de
sofrimento físico para mim, sendo plenamente possível de ser
praticado, apesar de ter iniciado já aos 45 anos de idade.
Mas o interessante foi perceber o quanto essas duas condições se
inter-relacionam.
Para falar sobre as mudanças na parte comportamental
primeiramente preciso prestar algumas informações sobre a minha
pessoa.
Fui criado num regime familiar de muita disciplina e rigidez, e
desde os dez anos de idade, quando comecei a trabalhar, já
dividia junto com meus irmãos a responsabilidade da família.
Aliado a isso, aos dezoito anos ingressei na carreira militar, o
que fez acentuar em mim o caráter e comportamento disciplinado,
rígido na conduta e sobretudo de muita responsabilidade.
A minha experiência de vida, tanto militar, como social,
profissional e cultural, me permite dizer que tenho plena
consciência de que o segredo do bem estar e de uma vida saudável
em todos os seus aspectos, está no equilíbrio das ações e do
comportamento, em qualquer situação.
É claro que a responsabilidade no cumprimento dos compromissos,
a disciplina para alcançar os objetivos, a força de vontade e a
rigidez de comportamento, para com os deveres são fundamentais,
porém esses fatores não devem jamais existir de forma isolada ou
sem a presença da beleza e do amor, pois sem essas o equilíbrio
não se estabelecerá e certamente ocorrerão desgastes que
poderiam ser evitados na relação entre as partes envolvidas.
A compreensão disso na teoria é bastante fácil de entender,
entretanto na prática nem sempre conseguimos executar, pois a
competitividade na vida moderna e as situações de stress no
dia-a-dia acabam impedindo a manifestação do amor e da beleza em
nosso comportamento.
Para resumir, gostaria de ressaltar que o Aikido veio totalmente
ao encontro daquilo que eu esperava, e o que realmente mudou e
acredito que ainda vai me fazer mudar muito, além da condição
física e agilidade nos movimentos , foi a percepção da
possibilidade de manter a mesma força, energia e disciplina no
meu comportamento, somando-se porém a beleza nas ações e
movimentos do corpo. A percepção disso já existe, mas reconheço
que a colocação em prática ainda levará um bom tempo.
Finalizando, por usar o próprio corpo no aprendizado, a pratica
do Aikido vem me fazendo perceber que é quase impossível obter
um resultado positivo ao se empregar força de forma isolada,
concentrando-a em apenas uma determinada parte do corpo. Ou
seja, somente a ação e o movimento equilibrado e com a energia
distribuída de forma homogênea é que poderei alcançar os
resultados desejados em minhas ações.
As atitudes tomadas de forma precipitada ou desequilibrada no
dia-a-dia, assim como no Aikido, vão sempre resultar em algum
tipo de dor ou desgaste, que certamente poderiam ser evitados se
aplicados corretamente.
Silvio
Purificação
Aluno do Tada Ima Dojo desde outubro de 2006 - 46 anos. |
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Durante
esse período, no qual estou iniciando um longo caminho, o Sensei
ou os companheiros de treino de vez em quando me perguntam:
Para você o que é Aikido?
É uma pergunta muito complexa onde em cada reflexão que faço
sobre o assunto, chego a uma diferente conclusão. É mais
complexo que, por exemplo, definir o amor.
Você já pediu para alguém definir o amor?
Antes de tudo, vou deixar bem claro que irei fazer definições
breves sobre os assuntos que forem abordados, pois necessitaria
escrever um livro para detalhar o Aikido ou o amor, e também não
vou me apoiar em frases de autores consagrados como “O amor é
fogo que arde sem se ver...” porque foge da proposta.
Voltando ao assunto, quando perguntamos a alguém o que é o amor,
recebemos as mais variadas respostas. As otimistas: Que é
felicidade, que é o prazer máximo, que é um sonho delicioso,
etc. Também tem as pessimistas: Que é sofrimento, que acaba com
qualquer ser, que nunca é verdadeiro, etc.
Todas essas pessoas mudarão de opinião ao longo da vida, segundo
especialistas, é fato que suas opiniões são baseadas nas últimas
experiências que tiveram, no caso do amor, a última impressão é
a que fica. Na minha reflexão, eu concluo que o amor é um
universo dualista, o princípio do Tao, onde o prazer e o
sofrimento se alternam constantemente ao longo dos tempos, ou
seja, se hoje sentes prazer, amanhã sofrerás, e se hoje sofres,
amanhã sentirás prazer, a se alternarão até o fim da vida.
Com essa base, vamos falar sobre o Aikido, tema muito mais
complexo porque não é só emoção e sim a interação da emoção,
razão e instinto, ou seja, o caminho do auto-conhecimento para
harmonizar os sentimentos.
A fim de ilustrar melhor, vou dar um exemplo que aconteceu
comigo. Eu era muito, mas muito tímido quando comecei a treinar
Aikido, e quando treinava, eu costumava virar o rosto e fechar
os olhos na hora que o Uke me atacava, um dia o Sensei me chamou
para conversar e disse que minha postura no tatame é reflexo da
maneira que eu ajo no dia a dia, e que iria trabalhar isso, pois
mudando minha postura no tatame, eu também iria mudar na vida.
Eu melhorei um pouquinho, ainda tenho muito a melhorar. Lembro
até hoje das vezes que eu ia fazer uma pergunta, e ele na frente
de todos repreendia; - Você está perguntando para a parede? -
Então porque está olhando para a parede e não para meus olhos?
O Aikidoistas deve eliminar o mais rápido possível os sentimentos
de medo e ódio, se eu pudesse dizer uma frase para todas as
pessoas do mundo ouvir, eu diria: “eliminem o medo e o ódio de
suas vidas que vocês irão viver mais felizes”. O medo faz com
que você não consiga abrir novos caminhos e, além disso, não
deixa você fechar os caminhos abertos que não te agradam, visto
o grande número de pessoas que detestam o patrão no emprego, sem
ver que o único patrão do individuo é o próprio individuo, ou os
que dormem com a pessoa por quem já não sentem amor. Será que é
medo?
O ódio retorna para a pessoa que o sente, de acordo com a sábia
lei da ação e reação, uma pessoa que odeia muita gente, será
odiada por muita gente.
Existem professores de artes marciais que ensinam seus alunos a
possuírem raiva e ódio através da extrema agressividade, e isso
é errado, só da certo contra leigos, se eles enfrentarem um
oponente bem treinado e que esteja calmo, não irá funcionar. O
ódio cega a pessoa, segundo Sun Tzu, autor do livro “A Arte da
Guerra”, quem está tranqüilo consegue enxergar toda a ação do
inimigo, a batalha termina antes de começar. Um ótimo exemplo
que todos podem comprovar é numa partida de xadrez, se você
começar perdendo e ficar agressivo, querendo comer peças do
adversário a qualquer custo, você só vai fazer besteira e
rapidamente irá perder o jogo. No dia a dia, uma pessoa raivosa
e agressiva só faz besteira. Concordam?
Vamos, por fim, falar sobre a mente, a postura do Aikidoista
deve ser a da mente aberta, sempre pronta para ouvir, igual o
sábio. Vamos comparar as atitudes do sábio com o ignorante.
Ignorante: Antes de ouvir o que a pessoa está dizendo, questiona
e diz já conhecer a verdade absoluta.
Sábio: Ouve o que a pessoa diz até o final, reflete sob o ponto
de vista do próximo e depois chega à sua conclusão, mas sempre
respeitando a opinião alheia. Este se da bem em qualquer lugar.
Existem várias formas de fazer a mesma técnica no Aikido, se
você é aquele que ouve a explicação de forma diferente e une os
conceitos, você é o sábio, se você, em sua mente, diz já saber o
que está sendo explicado, você tem que mudar sua postura.
Concluindo, se observarmos nossa postura em cima do tatame,
perceberemos o que nos falta e trabalhando detalhe por detalhe,
sentimento por sentimento, teremos uma vida melhor fora dele
porque, Aikido é o caminho do auto-conhecimento para harmonizar
os sentimentos.
Hudson Novak
Faixa roxa - 4º Kyu
Aluno do Tada Ima Dojo desde setembro de 2005 - 26 anos. |
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Há
aproximadamente dois anos, minha atenção foi chamada para o
Aikido, através de comentários muito positivos de um amigo
médico, pelo qual nutro especial consideração e carinho. Por
varias vezes ele me incentivou a conhecer este "caminho",
argumentando que além de ser um exercício completo, traz
conhecimentos e habilidades da técnica, e também sabedoria. Na
época eu estava levando uma vida sedentária, voltada apenas para
o trabalho e para casa, e esta parecia uma idéia meio distante
da minha realidade, no entando, em 2007 resolvi me exercitar um
pouco, entrei então em uma academia onde pratiquei musculação e
ginástica localizada, percebendo ao final de um ano apenas
alguns poucos resultados físicos. Terminado meu plano, passei a
refletir sobre a possibilidade de mudar de atividade, levando em
consideração as coisas que tinha ouvido sobre Aikido, e também
que poderia praticá-lo junto com meus filhos, uma vez que dizem
ser para todos.
Um dos comentários do referido amigo que achei muito
interessante, foi de que o Aikido ensina a "cair" (no tatame e
na vida) e, um dia atendendo um paciente que sofreu um terrível
acidente elétrico, no qual perdeu um braço e prejudicou outro
muito o outro, acabei descobrindo que ele chegou a faixa marron,
então eu repeti este comentário e ele me respondeu: eu te diria
mais, que o Aikido ensina a "cair" e também ensina a
"levantar"...
Cheguei a conclusão de que era exatamente do que eu estava
precisando, fui então procurar conhecer, primeiro um vídeos na
Internet e depois assistindo uma aula no Dojo Tada Ima. Confesso
que me assustei um bocado, cheguei a duvidar do "para todos",
questionando o fato, se estaria capacitada para seguir este
caminho, porém numa inversão de papeis, meus filhos é que
passaram a me incentivar, assim como o Sensei e os instrutores
me tranqüilizaram e transmitiram confiança suficiente para que
desse os primeiros passos.
Tive então uma feliz surpresa, descobri que não houve nenhum
exagero em tudo que ouvi, pelo contrario, neste pouco tempo de
convivência, já deu pra perceber que este é um caminho muito
rico para ser descrito, ele é para ser percorrido e sentido,
passo a passo, no decorrer talvez até de uma vida, cada um no
seu ritmo e dentro de suas possibilidades. Em especial no Dojo
Tada Ima (que é o Dojo que conheço e pratico), posso dizer que
somos observados de perto pelo Sensei, que com sua experiência e
sensibilidade nos ajuda a superar as limitações de maneira
praticamente personalizada, impondo um ritmo adequado a cada
praticante, produzindo um ambiente acolhedor, que apesar de
muito disciplinado não deixa de ser divertido em alguns
momentos, tornando-o leve e assim, conquistando definitivamente
nosso respeito, admiração e gratidão.
Contamos também com a dedicação dos instrutores, que seguindo a
linha do Sensei, nos orientam e dão confiança para trocarmos os
passos nessa caminhada, de forma competente e amiga.
Estou muito no inicio, porem, já percebi mais mudanças no meu
corpo em menos de três meses de treino do que em um anos de
academia, a energia é outra (não consigo explicar em palavras),
é um trabalho de corpo e mente, parece que existe uma motivação
e um objetivo, como se a cada treino subíssemos um degrau de uma
escada interminável, e que, sem nos preocuparmos em olhar lá
para cima, o importante é termos consciência de vencer cada
degrau, um de cada vez.
Bem, eu particularmente estou me deparando com uma barreira, que
curiosamente era a que mais queria vencer: aprender a cair. Não
estou conseguindo devido a uma dor nas costas de origem
desconhecida que já tinha antes de iniciar os treinos, que se
manifesta fortemente cada vez que tento. Não me sinto
pressionada, mas sei que tenho de alguma forma que vencê-la para
poder seguir, estou tentando, entretanto, não tenho pressa, nem
pretensão de subir alto nesta escada ou de ir longe neste
caminho, fico feliz de estar nele, quero apenas ir...
Marcia Regina Paltronieri
Aluna do Tada Ima Dojo desde dezembro de 2007 - 44 anos. |
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Os
reflexos da prática do Aikido apresentam-se, na minha vida de
diversas formas, atingindo hoje meu corpo e minha mente.
Quanto ao corpo, este apresenta-se mais apto a realização dos
movimentos e das quedas, não mais apresentando aquelas dores que
sentia logo no começo.
Minha mente esta mais apta a reaprender, a refazer, a recomeçar;
Vale dizer, está desprendida e consciente de que, não raro,
realizo movimentos e quedas de forma errada e que a única forma
de corrigir é estar atento aos constantes ensinamentos
prestados.
Ainda não percebi nenhuma mudança espiritual, não me preocupando
com tal fato, me dedicando a prática constante que acredito ser
"o caminho". |
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